:)
Irmãos De Sangue
Despertaste hoje em mim outro sentido,
E conheci um novo afecto, bem diferente de amor.
É como uma estima muito grande, um carinho sustenido...
É brincar baixinho com o coração, dedilha-lo em ré maior...
(Somos Irmão de Sangue!
Somos, para mim...)
Sangue-Pai, Sangue-Sentido,
Sangue-Irmão. Irmãos, só porque sim!
Sangue é essencia, alma, vida...
E a Vida é um sorriso colorido,
Um olhar meigo...
É um adeus destemido
Ou um beijo de receio...
Vida é existir!
Claramente existir e respirar!
Sentir despreocupadamente!
É escrever um poema ou uma canção,
É ouvir o vento e recitar
As folhas douradas de um Outono que não vem,
Em versos mais velhos que o tempo que o tempo tem...
E é existir!
Oh! Existir... Essencialmente existir!
E hoje... Hoje existes para mim!
Existes como parte sagrada de mim...
Somos Irmãos de Sangue! Somos Irmãos!
E o mais lindo
(mais que eu sentir-me um Por do Sol, que vai descendo em tuas mãos)
É que somos irmãos,
E somos só porque sim!
08 Novembro, 2003
Pedro L. Burt Costa
É um poema de um amigo. Escreveu-o para ou por uma outra minha amiga. É já especial somente por isso, por ser não só de um amigo mas de um amigo para uma amiga. Faz sentido não só porque sim mas porque conheço o criador e o "objecto". Faz sentido por gostar tanto deles.
Hoje apeteceu-me lê-lo de novo e, mais uma vez, fez tanto sentido, mais uma vez senti-o como meu.
É inevitável, quando lemos poesia e ela faz sentido no nosso interior, sentimo-la nossa, muito nossa (Sr. Mi não te zangues comigo).
Para os meus irmãos e irmãs, os verdadeiros. É aquele sentimento inexplicavel que o Pedro explicou tão bem (tantas e tantas vezes já o tentei fazer, em vão).
Despertaste hoje em mim outro sentido,
E conheci um novo afecto, bem diferente de amor.
É como uma estima muito grande, um carinho sustenido...
É brincar baixinho com o coração, dedilha-lo em ré maior...
(Somos Irmão de Sangue!
Somos, para mim...)
Sangue-Pai, Sangue-Sentido,
Sangue-Irmão. Irmãos, só porque sim!
Sangue é essencia, alma, vida...
E a Vida é um sorriso colorido,
Um olhar meigo...
É um adeus destemido
Ou um beijo de receio...
Vida é existir!
Claramente existir e respirar!
Sentir despreocupadamente!
É escrever um poema ou uma canção,
É ouvir o vento e recitar
As folhas douradas de um Outono que não vem,
Em versos mais velhos que o tempo que o tempo tem...
E é existir!
Oh! Existir... Essencialmente existir!
E hoje... Hoje existes para mim!
Existes como parte sagrada de mim...
Somos Irmãos de Sangue! Somos Irmãos!
E o mais lindo
(mais que eu sentir-me um Por do Sol, que vai descendo em tuas mãos)
É que somos irmãos,
E somos só porque sim!
08 Novembro, 2003
Pedro L. Burt Costa
É um poema de um amigo. Escreveu-o para ou por uma outra minha amiga. É já especial somente por isso, por ser não só de um amigo mas de um amigo para uma amiga. Faz sentido não só porque sim mas porque conheço o criador e o "objecto". Faz sentido por gostar tanto deles.
Hoje apeteceu-me lê-lo de novo e, mais uma vez, fez tanto sentido, mais uma vez senti-o como meu.
É inevitável, quando lemos poesia e ela faz sentido no nosso interior, sentimo-la nossa, muito nossa (Sr. Mi não te zangues comigo).
Para os meus irmãos e irmãs, os verdadeiros. É aquele sentimento inexplicavel que o Pedro explicou tão bem (tantas e tantas vezes já o tentei fazer, em vão).
epah... E eu cada vez que o leio fico como quando o recebi... ((((((((((((((((((((~~~~:
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Cratera de
Joana Plim |
14:15